ENTENDENDO O EXAME DE DNA

Com a descoberta da estrutura do DNA (1953), é possível investigar se um indivíduo é ou não o pai ou a mãe biológico(a) de outro indivíduo, devido a uma sequência de unidades bioquímicas chamadas de bases ou nucleotídeos presente na molécula de DNA dos pais, sequência esta, que é herdada aos filhos. Este processo de transmissão das informações genéticas, ocorre na fecundação do óvulo da mãe com o espermatozóide do pai, onde a fusão destes gametas gera uma criança com duas cópias de cada informação genética, uma originada do pai e outra da mãe.

Por isso, ao se examinar a mãe, o filho e o suposto pai, verifica-se, se o filho possui ou não, um vínculo genético familiar.

As informações genéticas (alelos), presentes em determinados locais (microssatélites) do DNA do filho, serão comparadas com os alelos presentes nos mesmos locais da molécula da mãe e do suposto pai. Serão analisados 19 lócus, se o filho tiver herdado uma informação da mãe e outra do suposto pai, o resultado do teste de paternidade será positivo. Para que o resultado seja negativo, ou seja, exclusão de paternidade, as informações encontradas no filho, não são encontradas no suposto pai; e para isso, a confirmação é feita em mais de dois lócus, habitualmente de três a doze.

 
 
 
 
 
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